Sp.Braga diz que castigos a Vandinho e Mossoró são «palhaçada»


Sp.Braga diz que castigos a Vandinho e Mossoró são «palhaçada»
«Uma palhaçada!». É como o Sporting de Braga avalia os castigos da Comissão Disciplinar da Liga a Vandinho e Mossoró, o primeiro suspenso por três meses e o segundo por três jogos. Sublinhando que há um «conjunto de factores manifestamente estranhos», o líder do campeonato diz-se contudo «preparado para tudo».




«O grupo está cada vez mais forte», assegura o treinador Domingos Paciência, frisando que esse espírito se reforça com «a injustiça que foi feita ao Vandinho e ao Mossoró». «Estamos preparados para tudo, para levar pontapés no chão, entre as pernas, tudo», salienta o técnico dos arsenalistas, lamentando que «tem havido várias formas de desestabilização».

O manager do Braga, Carlos Freitas, é mais incisivo nas críticas, realçando que «há dois pesos e duas medidas e uma total inclinação de Ricardo Costa [presidente da Comissão Disciplinar da Liga] em punir alguém que se tem afirmado dentro de campo». O dirigente entende que os castigos visam «enfraquecer» a equipa que vai na frente do campeonato. «Desengane-se ele e todos os que, com acções vis, têm tentado denegrir a imagem do Braga», alerta, assegurando que «a couraça que já existia no balneário é nesta altura mais forte».

Freitas fala de um «conjunto de factores manifestamente estranhos» neste processo, entendendo que «não existe imagem nenhuma que confirme a tentativa de agressão, nem nenhum relatório de árbitros, delegados ou polícia faz menção a esse gesto do Vandinho», diz. O dirigente destaca ainda o facto de a condenação dos jogadores ter saído um dia depois do fecho do mercado de transferências, frisando que isso acarreta «danos desportivos e materiais enormes» e revelando que na passada semana o Braga recusou uma proposta por Vandinho.

No centro das críticas dos arsenalistas está também o rival Benfica, colado à equipa do Minho na frente da tabela. Freitas refere que «o Braga não é o denominador comum nos casos de túneis» e realça que «ainda há poucos anos um ministro da Economia disse que era bom para as finanças do país que o Benfica fosse campeão».


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