Luís Filipe Vieira: Derrota com FC Porto "doeu muito"

O presidente do Benfica comentou o desaire na Taça de Portugal, deixando no entanto sinal de confian

Luís Filipe Vieira comentou a derrota por 1-3 contra o FC Porto, afirmando que o resultado "doeu muito".

O presidente do Benfica falou em derrota ainda não digerida, mas lembrou que há troféus para conquistar: "Têm sido dias frustrantes. Foi uma derrota que doeu muito, ainda a sinto, como todos os benfiquistas a devem estar a sentir e ainda não conseguiram digerir essa derrota. Mas não podemos esquecer que ainda há coisas para ganhar esta época e é assim que temos de pensar".

Em declarações à Benfica TV, esta sexta-feira, o dirigente encarnado deixou no entanto sinal de confiança e gratidão ao treinador Jorge Jesus, para a Taça da Liga e Liga Europa: "Não tenho memória curta. A família benfiquista não é ingrata e eu de certeza não sou ingrato. Estou grato ao que conquistámos com Jesus e todos os benfiquistas também, por isso vão continuar a apoiar-nos para que concretizemos o nosso sonho".

"Temos de apoiar incondicionalmente a equipa, pois os jogadores são os primeiros a sofrer e ficar tristes com as derrotas. Sabemos que temos capacidade para chegar à final da Liga Europa e se lá chegarmos para a vencer. Mas primeiro temos uma final com o Paços de Ferreira, equipa que respeitamos, e temos também de jogar com o Sporting de Braga. Vamos respeitar todos os adversários, todos", acrescentou Luís Filipe Vieira.

A comparação entre a polícia do Norte e do Sul

Para o presidente do Benfica, a atuação das autoridades no clássico desta semana, na Luz, foi excessivamente violenta: "Penso que cometeram-se bastante excessos no último jogo".

O presidente do Benfica afirmou também que a polícia do Norte é mais branda que a do Sul: "Curiosamente no Porto a polícia é muito mais pacífica, sobretudo nos jogos em que o Benfica intervém. Ainda estou à espera de saber o resultado dos inquéritos, se é que foram feitos, às pedradas que a minha viatura foi alvo na auto-estrada quando voltávamos de Paços de Ferreira. Não foram tão lestos. Porque aquilo não foram simples pedrinhas, foram volumes grandes de mais de 50 quilos... é preciso averiguar quem lá colocou essas pedras, que não era em cinco minutos que o faziam, e quem é que permitiu que aquele viaduto não estivesse guarda policial como era exigido. Temos de perceber porque é que no Norte existe um determinado tipo de polícia e no Sul outro".

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