Clubes pequenos querem justiça na repartição das receitas televisivas


Clubes pequenos querem justiça na repartição das receitas televisivas
A discussão já não é de agora e, ao que parece, está longe de ficar resolvida. Se, por um lado, os denominados clubes pequenos querem uma repartição justa dos direitos de transmissão televisiva, por outro, os "grandes" parecem determinados em manter os acordos individuais como uma das principais fontes de receita. Em declarações à agência Lusa, o presidente do V. Guimarães, Emílio Macedo, afirmou: «Se uma negociação directa da Liga garantir mais dinheiro, é assim que vou defender o meu clube, mas acho complicado isso acontecer devido aos interesses dos grandes, com um poder enorme que não parecem estar dispostos a perder». Tendo em conta a sensibilidade da matéria e os interesses tão divergentes, o acordo prevê-se complicado.


À agência Lusa, que contactou os 32 clubes membros da LPFP no sentido de aferir a sua sensibilidade para ser a Liga a centralizar essas negociações, tal como defende o Livro Branco do Desporto Europeu, os três "grandes" escusaram-se a falar.

Também a Liga foi contactada. No entanto, fonte do organismo afirmou que «este não é o momento oportuno para se falar sobre o tema».

Saliente-se que, na Liga Vitalis, o sentimento de desagrado por parte dos clubes é o mesmo, já que não recebem qualquer receita televisiva, nem mesmo quando os seus jogos são transmitidas, como acontece quando defrontam um dos "grandes".

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