Os números que colocam Wenger fora do Arsenal

E uma opção quase escandalosa, ainda antes da nova goleada alemã.

A imprensa inglesa já tinha avisado no fim-de-semana passado: o Arsenal está a repetir falhas, está a facilitar demasiadas vezes e é altura de Arsène Wenger sair. Isto, depois da derrota por 3-1 contra o Liverpool.

Os números de Wenger nas últimas cinco temporadas não o ajudam. Em 21 encontros com os atuais (e habituais) seis primeiros classificados na Premier League, o Arsenal só ganhou três. Seis empates e 12 derrotas diante dos favoritos ao título não são números de um candidato ao primeiro lugar.

Nesta terça-feira, ainda antes da receção ao Bayern Munique, foi realizada uma manifestação fora do estádio contra o treinador francês. E dentro do estádio também, mais tarde - algo que não se via desde 1983 (Terry Neil).

O resultado do duelo da noite passada? Nova goleada dos alemães por 5-1 e um total impensável de 10-2 para o Bayern, neste duelo dos oitavos-de-final da Liga dos Campeões.

"Teimoso. Obsoleto. Obrigado pelas memórias mas é altura de dizeres adeus" - foram alguns dos recados dos adeptos londrinos.

Poucos dias antes, na sexta-feira, Wenger disse: "Estou pronto para levar o Arsenal para um nível acima do atual".

E na memória dos comentadores e adeptos está também a opção quase escandalosa do técnico, que contra o Liverpool optou por deixar no banco de suplentes Alexis Sánchez - o chileno é o melhor do Arsenal no número de golos, no número de assistências e de oportunidades criadas, nesta época.

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